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“VII Faco Clube” aconteceu no INSTITUTO DE OLHOS DE GOIÂNIA, dia 31/10/17.

Publicado em : 01/11/2017

O Instituto de Olhos de Goiânia, hospital-clínica pioneiro na oftalmologia goiana, recebeu dia 31/10, a VIIª edição do Faco Clube. Os Médicos e Diretores Dr. Ruberpaulo de Mendonça Ribeiro,  Dra. Ângela de Sant'Anna Moraes e Dr. Paulo Ovídius Stival Veneziano  para a reunião mensal de oftalmologia que aconteceu na sede do IOG, das 19h às 22h. O evento teve a organização da Dra. Flávia Stival, é coordenado pelo Dr. Fausto Cazorla e teve a participação do Dr. Marcony Santhiago, diretamente do Rio de Janeiro. Aconteceu também a eleição da nova diretoria da Sociedade Goiana de Oftalmologia na noite que reuniu e apresentou os últimos estudos sobre a catarata (uma das 3 maiores causas de cegueira no Brasil).

Um coffee break para os convidados, imprensa, médicos especialistas em oftalmologia e residentes, foi oferecido às 19h na sede do Instituto de Olhos de Goiânia, deu início ao VII FACO Clube. Vários discutidores se reunirão até às 22h para apresentarem aos colegas médicos os últimos estudos sobre a catarata. O principal nome da noite teve a participação do Dr. Marcony Santhiago, que diretamente do Rio de Janeiro falou pros 100 convidados.

 

SOBRE O FACO CLUBE

Há 2 anos, em Brasília, nascia um encontro mensal para médicos oftalmologistas, focados no tratamento de catarata, terem um espaço para apresentarem e discutirem resultados aos demais colegas.

FACO CLUBE é a abreviatura de “Facectomia por Facoemulsificação”, ou simplesmente “cirurgia de catarata”. É uma reunião para os profissionais médicos apresentarem trabalhos pré-selecionados, casos documentados e levá-los à discussão médica juntos aos seus pares oftalmos.

 

CEGUEIRA POR CATARATA NO BRASIL

“Opacificação progressiva do cristalino” (lente natural intraocular), a catarata é uma doença da senilidade, podendo ser encontrada em pacientes mais jovens, em casos específicos. Historicamente, o número de cirurgias de catarata no Brasil sempre foi menor ao preconizado pela Organização Mundial de Saúde, sendo inferior a 50 mil cirurgias/ano durante toda a década de 80 até meados da década de 90.

Em 1996, sob a coordenação do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e apoio do Ministério da Saúde e de Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde, foi realizada a primeira campanha nacional com objetivo de diminuir o número de casos de cegueira por catarata no Brasil (o Mutirão de Cirurgias de Catarata). A iniciativa contou com o trabalho voluntário de cerca de três mil oftalmologistas, além de outros profissionais nas cidades participantes. Com a campanha, o número de cirurgias de catarata cresceu para um patamar superior a 200 mil cirurgias por ano, atingindo seu pico em 2005, com a realização de 331.448 cirurgias.

Estima-se que além da incidência anual de novos casos de comprometimento visual em decorrência da catarata, a prevalência atual seja, ainda, de aproximadamente 350.000 cegos por catarata. Este número reflete a diminuição do volume de procedimentos desde 2007, em função da redução no financiamento público (fim dos mutirões). O número de novos casos de catarata a cada ano é estimado em 20% do observado de prevalência, com variações em função das condições socioeconômicas. A prevalência de catarata senil é de 17,6% nos menores de 65 anos; 47,1% no grupo entre 65-74 anos e 73,3% nos indivíduos acima de 75 anos. Calcula-se que além da demanda reprimida, em função do envelhecimento da população haja 120.000 novos casos de cegueira por catarata/ano.

As estimativas de 2008, apontavam para a realização de cerca de 1.500 operações ao ano/1.000 habitantes, uma redução de mais de 25% em relação a anos anteriores, o que coloca o Brasil na contramão mundial das ações para a prevenção à cegueira. O impacto social da cegueira – e a grande prevalência da catarata entre a população mais idosa, devem ser levados em conta na formulação de políticas públicas. Com uma população de pouco mais de 190 milhões de habitantes, precisamos que o SUS, responsável exclusivo pelo atendimento de 65% da população, garanta a realização de pelo menos 390 mil cirurgias de catarata/ano, enquanto que outras 180 mil cirurgias devem ser realizadas pelo setor privado, chegando-se, no mínimo, a um total de 540 mil procedimentos. Entretanto esse número, tão além do que hoje estima-se que seja realizado, seria suficiente apenas para eliminar a cegueira instalada. Para evitar que mais e mais brasileiros cheguem à cegueira por catarata, estimam-se que, idealmente, seriam necessárias 720 mil cirurgias de catarata/ano.

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